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pronto, que fique bem assente que não temos cá em casa nenhum pequeno génio ou com ares de atleta.

aos 13 meses e pouco as únicas proezas da criança passam por um gatinhar perfeito, uma teimosia muito evidente, um guinchar muito afinado sempre que o contrariam, uma vontade de comer muito acentuada que não faz distinções entre sopas, pão, legumes ou carne/peixe, uma capacidade de se entreter sozinho sem chatear ninguém (quando não está doente) em períodos de tempo bastante aceitáveis e a proeza de dormir noites completinhas, desde as 20:00 às 8:00 desde praticamente os 3 meses.

claro que nenhuma destas capacidades se iguala aquela que melhor traduz os últimos meses: o apanhar de toda a bicheza na creche e trazê-la para casa.

isso sim, é a pedra de toque, refinada e que caracteriza a sua melhor qualidade.

 

de resto, constatei há uns dias, tem 13 meses e não caminha nem fala.

nadinha de nadinha. nadica.

assustei-me quando percebi isso.

o tempo é uma coisa estranha e nunca tinha pensado nos marcos de desenvolvimento dos miúdos.

é suposto, segundo li, que digam no mínimo seis palavras aos 12 meses e que caminhem. 

pois muito bem, ou o que li estava errado, ou a criança padece de qualquer coisa.

é claro que ninguém ligou às minhas constatações:

o rapaz mandou-me parar de ler coisas parvas na net, a mamã disse-me com um ar paciência mal contida que eu só tinha começado a caminhar aos 15 meses (e mal) e a educadora adiantou que nenhum miúdo na sala dele diz grande coisa. 

seja como for, não vai sair daqui o próximo ronaldo. 

e eu que tinha tanto perfil para ser a dona dolores!

 

como é que foi com os vossos?

já cantavam o hino aos 9 meses? 

 

 

 

 

publicado às 11:25


1 comentário

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De M. a 24.01.2020 às 17:27

A minha tem 11 meses e meio e já anda bastante, mas sempre agarrada a coisas (percorre a sala toda agarrada ao sofá, cadeiras e paredes), ainda não se soltou. Também gatinha bastante. Faz bastantes sons, mas nenhum é propriamente uma palavra! Mas percebe o que lhe dizemos, se perguntarmos "onde está a mãe?", olha e aponta para mim. Mas não diz mamã. Cada um com o seu ritmo!

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