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barrigas de aluguer: sim, não, talvez, depende.

 

justique.

publicado às 10:49


1 comentário

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De Ricardo_A a 03.08.2017 às 13:49

Completamente de acordo. Por duas razões:

Em primeiro (e a principal) porque a pessoa deve fazer com o seu corpo o que bem entender.

Em segundo porque já, há muito, que ultrapassamos o "aceitar o que Deus nos dá" (isto para quem for crente).

Hoje em dia não morremos de doenças que eram mortais na idade média e não vejo quase ninguém a defender que ninguém deve tomar medicamentos para "aceitar o que Deus nos dá".

Mesmo a inseminação artificial já é contornar "o que Deus nos dá", permitindo que pessoas, que antigamente nunca seriam pais, possam realizar esse sonho. São poucos os que contestam isto.

Então, havendo a possibilidade da "barriga de aluguer", porque razão é que se condena um casal a não ter filhos biológicos. Só porque a mulher, por razões físicas, não os pode ter ? Aí o princípio "o que Deus nos dá" é para valer ? Será que quem defende isso também não toma medicamentos para o coração e deixa-se morre de apendicite, como acontecia na idade média ?

Eu só tenho pena que não tenham legalizado a possibilidade de vender este serviço. É polémico, sim, mas acreditar que não vai haver pagamentos é como acreditar que não há prostituição só porque a lei não o permite.

Qual é a diferença entre vender a barriga voluntariamente durante 9 meses e um mineiro rebentar a saúde toda a trabalhar voluntariamente a 200 metros de profundidade por um salário ?

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