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parvoeiras.

por M.J., em 06.09.16

este blog começou porque uma pessoa parva, uma catraia mesmo parva, decidiu escrever as suas parvoíces para quem quisesse ler.

a parva escreveu e foi lida por mais gente do que alguma vez acharia. cada vez mais parva a pessoa parva que escreve esta parvoeira gostava muito de saber quem são os que acompanham a sua parvoíce desde há mais de um ano.

esta parvinha dá-vos conteúdo diário pelo que entende que não vos custaria muito acusarem-se, mesmo que não o façam por norma. 

é uma parvoíce importante. 

publicado às 14:30


5 comentários

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De Gaffe a 06.09.2016 às 15:54

Eu sigo-te penso que desde sempre.
Penso que mudaste. Mudaste muito.
Ao longo deste tempo, foste alterando o teu modo de escrever e de me dizeres do teu mundo. O teu registo é diferente agora. Mais elaborado. Mais intrincado. Talvez menos claro e menos livre.
Sigo-te por tudo o que já te disse. Sigo-te também porque mudaste.
Às vezes tenho saudades tuas, da MJ que vi e que sinto que me escapou, mas estou ao teu lado, seja como for.
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De M.J. a 06.09.2016 às 15:59

mudamos.
e isso tem - lógica da batata - coisas boas e coisas más.

sabes que és, de todos - por que não confessar? - o meu amor neste "mundo".
entreguei-te a imagem do que sou fora de palavras escritas.
creio que isso também terá mudado quem vês?
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De Gaffe a 06.09.2016 às 16:29

Mudei. Eu sei. Tanto!
Evito que se note no que escrevo. Procuro continuar a ser parva e fútil e levezinha e tonta e inútil, mas sei que há alguma coisinha que me deixou mais agreste e mais grosseira, mais implacável. Às vezes, não consigo disfarçar. Não é bom.

Continuas a ser a minha favorita.
:)
Não entendi como poderia ter mudado o que vi e vejo em ti, porque te vi fora das palavras. É uma tontice tua (gosto destas tuas tolices).
Construíste-te devagarinho aqui dentro de mim. Uma construção sólida, com lanhos breves. Nada se altera através do que é visto, quando foi erguido com o que é sentido. O que se vê apenas, meu amor, é tão insuficiente, tão pouco importante, tão irrisório, ao lado do que se sente!
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De M.J. a 06.09.2016 às 16:31

nota. nota-se.
mudamos e isso é quem somos. e isso chega.

às vezes penso em escrever-te todas as noites. um mail por dia. com mais ou menos palavras.
acabo sempre por desistir. ainda não percebi porquê.
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De Gaffe a 06.09.2016 às 16:48

Vou sussurrar-te um segredo:
Sempre, sempre, sempre tive um medo terrível que os "genes" atacassem.

Agora percebo que este ataque é lento. Começa e evolui sem que me aperceba. Vou acabar como é suposto. Uma cabra gelada e implacável, a assustar os outros com a puta da maldita competência e infalibilidade acima de toda a suspeita.

Vou acabar assassina.
:)

(Às vezes, um mail atrasa o evoluir da doença.)

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